Características da CHIVA

A Safena é importante.

A importância da veia safena vai além do retorno do sangue venoso da perna para o coração. A cirurgia de revascularização das artérias coronárias e dos membros inferiores são procedimentos comuns e utilizam a veia safena. Infelizmente, as alternativas à veia safena frequentemente não alcançam os mesmos resultados.

Além disso, um fator pouco lembrado é o efeito da remoção da veia safena na recorrência das varizes no longo prazo. Estudos em animais provam que a ligadura de uma veia cria outras veias para tentar superar a veia destruída. Estudos clínicos mostraram que a chance de retorno de varizes foi maior em pacientes que tiveram todas as veias inguinais ligadas (fechadas) do que em pacientes que só tinham a veia safena ligada (fechada) em um procedimento cirúrgico.

A CHIVA

Alguns ensaios clínicos sugerem que a CHIVA teve menos recorrência do que a safenectomia. Há uma série de tratamentos cientificamente comprovados para varizes. Entre eles: a ablação térmica de safena (laser e radiofrequência), a safenectomia, a escleroterapia (espuma ou cola) e a técnica hemodinâmica (CHIVA). Dentre esses, exceto a técnica CHIVA, os demais são formas diferentes de destruir a safena.

Além disso, os resultados do CHIVA já foram cientificamente avaliados. A revisão sistemática dos dados mostra uma baixa taxa de recidiva e uma baixa taxa de lesão do nervo cutâneo (provavelmente devido à anestesia local) e menos hematomas do que na técnica comum.

Além disso, a técnica foi superior à compressão isolada em pacientes com úlcera venosa.

Adicionalmente, comparações de CHIVA com endolaser e radiofrequência são poucas ainda. Um estudo retrospectivo mostrou que pacientes com CHIVA relataram menos dor e necessitaram de menos sessões de escleroterapia após o tratamento do que pacientes submetidos a endolaser de veia safena.

Em resumo, nós escolhemos CHIVA como a primeira escolha em casos com doença de safena devido às razões acima.

Finalmente, temos um artigo científico em que fazemos uma revisão da técnica publicada no Jornal Vascular Brasileiro. Se você estiver interessado em mais informações científicas, clique no link Jornal Vascular Brasileiro

Publicação nossa no Jornal
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